Cristófoli protege o meio ambiente com projeto Mil Árvores

 

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Voluntários limpam rio que abastece Campo Mourão – Projeto Mil Árvores 2012

 

Voluntários limpam rio que abastece Campo Mourão - Projeto Mil Arvores

Voluntários limpam rio que abastece Campo Mourão - Projeto Mil Arvores

Voluntários limpam rio que abastece Campo Mourão - Projeto Mil Arvores

Voluntários limpam rio que abastece Campo Mourão - Projeto Mil Arvores

Video fonte: http://g1.globo.com/videos/parana/paranatv-2edicao/t/maringa/v/voluntarios-limpam-rio-que-abastece-campo-mourao/1840769/

Limpeza da bacia do Rio do Campo

Marcos de Souza
Desrepeito ao meio ambiente

Mesmo com a placa indicando que é proibido jogar lixo nessa área, a população não respeita e acumula toneladas de materiais que já não servem mais. A prática é comum em vários pontos da cidade, mas nos fundos do parque industrial de Campo Mourão – às margens do Rio do Campo – a preocupação é maior, pois é do manancial que é retirada a água que abastece a cidade. A empresa Cristófoli Biossegurança, preocupada com a ‘saúde’ do meio ambiente, resolveu dar uma mãozinha e implantou no ano passado o projeto Mil Árvores, em parceria com a Sanepar, Fecilcam, Fundação Educere, Casali e o município de Campo Mourão.

Em junho de 2011, foram plantadas mil árvores e retirados 28 caminhões de lixo no local. Além de retirar o material descartado, algumas medidas também foram tomadas pelo grupo, como a instalação de uma câmera para registrar os infratores e placas de orientação sobre o correto descarte dos materiais.

Marcos de Souza
Serão retirados 10 caminhões de lixo

O projeto chamou a atenção de outras pessoas que se tornaram parceiras e ajudaram a dar seqüência à atividade. Na sexta-feira, dia 2, o trabalho recomeçou com a retirada vários caminhões de lixo. “Encontramos desde roupas velhas, sofás e armários jogados na beira da estrada. As pessoas não respeitam essa área de preservação”, lamenta Angela Cristófoli, uma das coordenadoras do trabalho.

A missão dos parceiros é conscientizar os moradores da região para não poluir a microbacia e pedir a sua ajuda para fiscalizar e não deixar que outras pessoas degradem o local com entulhos. Outro objetivo é plantar até o final de 2012, mais cinco mil árvores. Para isso, na manhã desse sábado, uma ‘força tarefa’ de voluntários estará plantando mais mil árvores e retirando manualmente o material que polui a bacia.

Marcos de Souza
Câmera vigia o local

Outras ações também estão planejadas, uma delas é o monitoramento da qualidade da água do rio. Uma pesquisadora da Fecilcam coletará amostras da água para análise e com os resultados iré orientar o grupo para que sejam desenvolvidos novos trabalhos na microbacia.

Fonte: http://www.itribuna.com.br/educacao/limpeza-da-bacia-do-rio-do-campo-7905/

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4º Ação Projeto Mil Árvores: Ação Socio-Ambiental na escola Familiar em Iretama

4º Ação Projeto Mil Árvores: Ação Socio-Ambiental na escola Familiar em Iretama, em parceria com Instituto Brasil Solidário

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3º Ação Projeto: Plantio de Arvores e entrega de mais de 300 livros na escola em Iretama

3º Ação Projeto: Plantio de Arvores e entrega de mais de 300 livros na escola em Iretama

no dia 19/10/2011 tivemos a 3º ação do projeto Mil Árvores, com plantio de 40 árvores frutiferas e entrega de mais de 300 livros na escola de Iretama.

 

Plantio de Arvores em Iretama

Plantio de Arvores em Iretama

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Projeto faz plantio de 500 mudas de árvores

Projeto Mil Arvores

Projeto Mil Arvores

Ontem alunos e professores do curso de geografia da Universidade Estadual do Paraná (Campus Campo Mourão/Fecilcam) e funcionários da Cristófoli e Sanepar passaram a manhã reflorestando uma pequena propriedade rural na saída para a comunidade do Alto Alegre. A ação faz parte do projeto ‘1000 árvores’ iniciado em junho deste ano que visava a preservação da microbacia do rio do campo.

Ao todo foram plantadas 500 mudas de Gurucaia, Marmeleiro e Canafistula entre outras. O responsável técnico pelo projeto na Sanepar, Donizete da Silva, explicou que foram escolhidas as espécies predominantes naquela área. “A seleção obedeceu a este critério de árvores nativas.”

Angela Cristófoli, idealizadora do projeto, explicou que o convite para o reflorestamento foi feito a pequenos produtores da microbacia do rio do Campo. “Tivemos uma boa aceitação e estamos aqui para dar continuidade a esse projeto”, relata. A ação começou com a retirada de quase 30 caminhões de entulhos das margens do Rio do Campo feita por caminhões da prefeitura. “É triste depois de todo aquele trabalho e todo aquele lixo retirado a gente voltar aqui e ver que novamente o pessoal está usando essa estrada como depósito”, ressalta Angela ao observar os novos montes depositados pelo caminho.

As placas colocadas informando que aquele não é um local para depósito de lixo não adiantaram. A conscientização não veio nem mesmo com uma placa da Sanepar informando que é daquele local que é retirada a água usada para abastecimento da cidade. Esse depósito ilegal é um dos grandes problemas ambientais do município e é impossível ser fiscalizado.

O professor do Departamento de Geografia da UEPR, Jefferson de Queiroz Crispim explicou em entrevista realizada no início do projeto que o que eles esperam é que haja uma conscientização da população. “Não só na bacia, mas também uma conscientização no próprio município. As pessoas precisam entender que não podem jogar esse material em qualquer lugar. Estão prejudicando elas mesmas”, diz. O rio do Campo fornece água para 80% dos mourãoenses, que são os mesmos que jogam resíduos contaminantes como lixo hospitalar e animais em decomposição.

Preservação

Para plantar as 500 mudas aproximadamente 500 pessoas estiveram envolvidas. Para os agricultores, o repovoamento da área não teve custo algum, pois as mudas foram doadas pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP). A presença de vegetação no entorno da nascente além de garantir a qualidade da água funciona como uma barreira natural. “A mata depois de formada vai ajudar a proteger a água contra a contaminação por agrotóxicos, além de evitar o assoreamento e a erosão da área”, explica o estudante do 3º ano de geografia, Sergio Pagliarini.

Ele ainda ressaltou que com a formação de uma área com espécies nativas, os animais podem usar aquele espaço como corredor de biodiversidade. Ao seu lado, João Claudio Alcantara dos Santos, acadêmico do 2º ano limpava a área onde a muda seria plantada. “Se não retirar a grama do entorno, a árvore não consegue crescer, ela é sufocada pela grama”, comenta. Enquanto preparava o terreno, ele destacava para a reportagem da TRIBUNA que é importante entender que aquele é o rio que abastece a cidade. “Além da qualidade da água ficar melhor, a gente minimiza os impactos ambientais na nascente.”

Mais do que colocar a teoria na prática, os dois colocam que a maior vantagem de participar de ações como essa é se aproximar de uma realidade que normalmente só ouvem falar. “A gente mora a sete ou oito quilômetros daqui, então não conhece esse cenário. Ouve sim que é importante preservar, mas isso não faz parte do nosso cotidiano. Vindo aqui na propriedade e vendo o depósito de lixo temos uma noção melhor sobre o que precisa ser feito e podemos transmitir esse conhecimento para os demais”, finaliza Pagliarini.

Além desse plantio, Angela explicou que outras ações serão programadas antes do encerramento do projeto e uma parceria com uma escola municipal de Iretama está agendada para o início de dezembro.

Projeto 1.000 árvores

O projeto nasceu com uma campanha de marketing da empresa. Para um determinado número de equipamentos vendidos, seria feito um plantio de árvores. Segundo Crispim a preservação daquela região é extremamente válida. “Isso por conta de a bacia ser o manancial de abastecimento do município. Foi por essa preocupação com a melhoria na qualidade da água é que nós elegemos a bacia do rio do campo para receber o projeto.” Ele explicou que ela ainda apresenta algumas áreas com degradação ambiental. “A ideia não é recuperar tudo, até porque nós não conseguiríamos. Mas a ideia é dar o start, iniciar para alguém continuar”, acrescenta.

Para Angela, a principal vantagem do projeto é que envolve vários setores, público, privado, escolas e faculdade. “Se não a gente não consegue fazer. Nós tínhamos a vontade, mas o conhecimento de que árvore plantar, onde plantar, como cuidar, para isso precisamos da Fecilcam e da Sanepar. Para retirar os lixos sem a prefeitura não teríamos conseguido também”, completa.

Fonte: http://www.itribuna.com.br/campo-mourao/noticias/6376/?noticia=projeto-faz-plantio-de-500-mudas-de-arvores

 

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Projeto Mil Árvores recebe seu 1º Prêmio em 2011

O Presidente da Anabel William Woopara conduzir um dos momentos mais aguardados da Beauty Fair 2011: A entrega do Prêmio Anabel.

Neste ano, a Anabel contemplou empresas que se destacaram em três categorias: Responsabilidade Ambiental, Responsabilidade Social e Fornecedor do Ano.

O Diretor Presidente do Bradesco Norton Labes foi chamado para fazer a entrega do primeiro Prêmio deste sábado: o de Responsabilidade Ambiental, onde a vencedora foi a empresa paranaense Cristófoli Biossegurança com o projeto Mil Árvores, que está reflorestando áreas degradadas em Campo Mourão.

O Prêmio Anabel 2011 para Responsabilidade Social ficou com a empresa Truss Therapy, entregue em mãos pelo Sr. Vitor Kobaiashi, do Instituto Kobaiashi. A Truss desenvolveu o projeto “Contra o Câncer de Mama”.

O Prêmio Anabel para Fornecedor do Ano 2011 foi o último a ser apresentado. O grande vencedor recebeu o prêmio diretamente das mãos de Keiko Obe, esposa do Cônsul Geral do Japão no Brasil. Depois de concorrer com mais de 30 redes de lojas e ser contemplado por um prêmio que analisou quesitos como atendimento, investimentos em PDV e confiabilidade, o vencedor foi a Vult Cosmética , empresa representada por Murilo Reggiani e Daniela Cruz.

Fonte: http://www.beautyfair.com.br/hair/noticia/1674.html

 

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SUSTENTABILIDADE: Projeto Mil Árvores

Projeto Mil Árvores Cristófoli

Projeto Mil Árvores Cristófoli

 

Projeto Mil Árvores

A Cristófoli Biossegurança é uma das empresas do Paraná que tem levado a sério a questão da sustentabilidade. Por conta da sua atuação com o Projeto Mil Árvores – que está reflorestando áreas degradadas em Campo Mourão – recebeu em julho, em Curitiba, o selo Oito Jeitos de Mudar o Mundo, em uma cerimônia promovida pelo Serviço Social da Indústria (SESI).

O reconhecimento veio depois que o Projeto foi apresentado em uma mostra articulada pelo Sistema FIEP e o Movimento “Nós Podemos Paraná”, que destacou 15 projetos de várias cidades, que contribuem para os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), relacionados à educação, saúde, meio ambiente e qualidade de vida.

Os primeiros resultados já são muito significativos. Sendo que na primeira etapa, foram retirados mais de 30 caminhões de entulhos clandestinos em uma área de 1.500 metros entre Campo Mourão e a comunidade de Alto Alegre, na entrada da microbacia do Rio do Campo. Na segunda etapa, 40 voluntários da Cristófoli Biossegurança e acadêmicos da Fecilcam coletaram os resíduos restantes que as máquinas não conseguiram recolher.

Na mesma oportunidade foi realizada uma ação educativa de plantio de árvores, instalação de placas de sinalização para conscientização e alerta da comunidade e câmeras de vídeo para fiscalização, em alguns pontos. O Projeto se desenvolve através de parcerias com Fecilcam, Sanepar, Prefeitura, IAP, Fundação Educere e Copel.

Apresentando o projeto à Revista Metrópole a diretora de Marketing da empresa, Jucy Angela Cristófoli, diz que inicialmente ele foi idealizado como forma de agregar e fazer convergir uma campanha de marketing à responsabilidade sócio-ambiental da empresa. “A pretensão era reflorestar um determinado número de árvores para cada equipamento vendido. No entanto, acompanhando e mapeando a área que ia ser reflorestada, observando o volume e diversidade de resíduos encontrados no local, ampliamos os objetivos, que para serem cumpridos, demandaram ações com vários voluntários e a educação da população, como estas que realizamos”, explica.

SUSTENTABILIDADE: Projeto Mil Árvores

SUSTENTABILIDADE: Projeto Mil Árvores

O projeto Mil Árvores é interdisciplinar e envolve também as escolas municipais e jovens da região, que recebem orientações acerca da importância de se preservar o meio ambiente e monitoramento das ações de preservação.

As próximas ações envolvem o plantio de mais árvores, incluindo mudas frutíferas e ainda o trabalho sócio-ambiental nas escolas, aplicado por estagiários e voluntários envolvidos no projeto, que através da interdisciplinaridade promoverão debates sobre meio ambiente, reflorestamento, manutenção de florestas, preservação e monitoramento através da Educação Ambiental.

O monitoramento do projeto será feito pelo professor do Departamento de Geografia da Fecilcam,  Doutor Jefferson de Queiroz Crispim e as ações devem se estender para a cidade de Iretama.

O projeto foi elaborado por  Jefferson de Queiroz Crispim (Depar tamento de Geografia da Fecilcam), Donizeti da Silva (Sanepar), Jucy Angela Cristófoli e Felipe Duarte, com apoio do Instituto Brasil Solidário.

Matéria Revista Metrópole Nº 05/2011

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SELO ODM – Cristófoli

SELO ODM - Cristófoli

SELO ODM - Cristófoli

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Projeto Ambiental recebe Certificado ODM

Movimento Nós Podemos Paraná

Cristófoli recebe certificado ODM – Certificado ODM 2011

Movimento Nós Podemos Paraná - ODM 2011

Certificado ODM 2011

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Projeto “Mil Árvores” Participando do “ODM”

O Projeto Ambiental “Mil Árvores” esta inscrito na Mostra de Projetos 2011 realizado pelo alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM)

8 jeitos de Mudar o Mundo

8 jeitos de Mudar o Mundo

NOTICIA: CRN

“Nós Podemos Paraná” realizou Mostra de Projetos em C. Mourão

Articulado pelo Sistema Fiep, o Movimento “Nós Podemos Paraná” realizou uma Mostra de Projetos em Campo Mourão na noite desta segunda-feira (20/6). O evento aconteceu no auditório da Associação Comercial e Industrial (Acicam) e foram apresentados 15 projetos desenvolvidos em Campo Mourão, na região e em outras cidades que contribuem para os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) no Paraná.
2106_nos_podemos_parana_mostra_de_projetos_448x336_.JPGOs projetos expostos englobam algum dos Oito Jeitos de Mudar o Mundo e todos estão relacionados à educação, saúde, meio ambiente ou qualidade de vida, por exemplo. Na abertura, a vereadora e professora de Educação Física, Nelita Piacentini, falou sobre os projetos “Mais Mulher” e “Escola de Pais”. A programação prosseguiu com a exposição das seguintes ações: projeto de Obesidade Infantil (Unimed/Campo Mourão), Prevenção DST/HIV-Aids (11ª Regional de Saúde), O Lixo que Gera Renda (Colégio SESI – Campo Mourão), Projeto EcoCidadãos (UEPR/Campus Campo Mourão/Fecilcam – curso de Turismo e Meio Ambiente), Projeto Karatê União Positiva (Agência de Desenvolvimento Caminhos de Peabiru – ADECAP, de Peabiru), Projeto Tribuninha (Faculdade Integrado – curso de Pedagogia/Tribuna do Interior), Fundação Educere – Pesquisa e Desenvolvimento, Projeto de Revitalização do Lago Municipal de Iretama e Conscientização na Semana do Meio Ambiente (Pastoral da Juventude de Iretama), Projeto Televisando o Futuro (Instituto GRPCOM, que é o “braço social” do Grupo Paranaense de Comunicação), Projeto TROCA – Trabalho de Redução de Casos de AIDS (Secretaria de Saúde de Campo Mourão); Projeto Associação Vida e Solidariedade (de Umuarama), Projeto Mil Árvores (Cristófoli Equipamentos de Biossegurança) e o Projeto de Estações de Tratamento de Esgotos por Zona de Raízes e a Recuperação e Proteção de Nascentes em Estabelecimentos Agrícolas Familiares (Universidade Estadual do Paraná – campus de Campo Mourão/Fecilcam).

Movimento
O Movimento “Nós Podemos Paraná” foi criado em 2006 com o principal objetivo de concentrar esforços em prol dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), estabelecidos pela ONU na Cúpula do Milênio de 2000, em Nova Iorque. No evento, líderes de 189 países oficializaram um pacto para priorizar a eliminação da fome e da extrema pobreza até 2015.
No Paraná, o movimento sensibiliza e mobiliza cidadãos e cidadãs à contribuírem com o desenvolvimento local. O movimento colocou-se o desafio de antecipar o cumprimento das metas dos ODM. O principal diferencial do Estado é o monitoramento dos avanços, realizado pelo Observatório Regional Base de Indicadores de Sustentabilidade (Orbis). Os indicadores ficam à disposição da sociedade para consulta por meio do Portal ODM (www.portalodm.com.br).
O Paraná conseguiu alcançar praticamente todas as metas estabelecidas. Resta ainda um desafio: reduzir em 3/4 , até 2015,  a taxa de mortalidade materna. Ainda assim, quando analisados os municípios separadamente, verifica-se que há conquistas a serem perseguidas.

Fonte: http://www.crn1.com.br/noticias/not.php?id=19473

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