Blog Biossegurança | Cristófoli

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Apresentação da Empresa Fundada em 1991, a Cristófoli Equipamentos de Biossegurança é empresa líder em vendas de autoclaves de mesa no mercado nacional, já fabricou mais de 240 mil autoclaves para o Brasil e para mais de 30 países para onde exporta parte de sua produção. Os equipamentos fabricados pela Cristófoli são altamente funcionais, combinando tecnologia, design e sistemas diferenciados para atender cada vez melhor os seus clientes. Administrada pela família Cristófoli, tem sua sede na Rodovia BR-158, nº 127, em Campo Mourão, Paraná, Brasil. Fabricante e importadora de produtos para a saúde, a empresa tem vários diferenciais que a fazem uma das melhores do Brasil. Visão Ser referência mundial na área de saúde por crescer com criatividade, lucratividade e respeito às pessoas. Missão "Desenvolver soluções inovadoras para proteger a vida e promover a saúde". Histórico A Cristófoli se destaca por sua criatividade e inovação que há mais de 20 anos ajuda a construir a nossa história com invenções e produtos revolucionários para proteger a vida e promover a saúde. Certificações A conquista de um certificado é a aprovação para um sistema de gestão baseado em normas internacionais. É uma moderna ferramenta de administração e marketing que atesta a eficiência da empresa em determinada área para seus acionistas, clientes e mercado. Entretanto, para que uma empresa possa ser certificada, primeiramente um sistema de gestão deve ser implantado. Um sistema de gestão normatizado é a ferramenta mais moderna que existe para administrar informações, processos e pessoas envolvidas com uma ou mais atividades da empresa visando aumentar efetivamente sua eficiência. Clique nos certificados para visualizá-los. CERTIFICAÇÃO ISO 13485:2004 TUV MINISTÉRIO DA SAÚDE: AUTORIZAÇÃO DE FUNCIONAMENTO DA EMPRESA PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPO MOURÃO: ALVARÁ DE LICENÇA LICENÇA SANITÁRIA E DO EXERCÍCIO PROFISSIONAL INSTITUTO AMBIENTAL DO PARANÁ: LICENÇA DE OPERAÇÃO CERTIFICADO DE REGISTRO ANVISA - EMBALAGEM PARA ESTERILIZAÇÃO CERTIFICADO DE REGISTRO ANVISA - EMBALAGEM PARA ESTERILIZAÇÃO - 10363350016 CERTIFICADO DE REGISTRO ANVISA - AUTOCLAVES CERTIFICADO DE REGISTRO ANVISA - CUBA DE ULTRASSOM Fundação Educere A Fundação Educere é um Centro de Pesquisas e Desenvolvimento na área de biotecnologia, cujo foco principal é a incubação de empresas a partir de um projeto social inovador que atua na formação de jovens com potencial empreendedor. A instituição fornece suporte para o desenvolvimento de novos negócios voltados para a difusão e transferência de tecnologia na área biomédica, e é referência em pesquisa e desenvolvimento de produtos inovadores e que agregam valor tecnológico, que estão presentes em todo o território nacional e em diversos países da América, Ásia e Europa. Visão Tornar Campo Mourão referência em pesquisa e desenvolvimento de produtos de saúde. Missão Descobrir e potencializar novos talentos para desenvolver um mundo melhor.

Quer mais opções de embalagem para esterilização em autoclave?

Além das descritas nos posts anteriores (papel grau cirúrgico e tecidos) há outras opções para embalar artigos a serem esterilizados em autoclave. Há várias embalagens que tem o plástico como matéria prima.

Em primeiro lugar é importante definirmos o que é plástico: é  uma macromolécula sintética   denominada polímero, produzida  por reações químicas que unem moléculas de baixo peso molecular – os monômeros.

Polietileno, polipropileno, poliestireno, poliéster, poliamida, nylon e teflon® são exemplos de polímeros industriais.

Nem todos os plásticos são  adequados para se fazer embalagens para esterilização, por isso, NÃO IMPROVISE –  por exemplo: com embalagens plásticas para alimentos.

As propriedades das embalagens para esterilização devem ser validadas para esta finalidade. Por  exemplo, o SMS (abreviação de spunbonded meltblown e spunbonded- referências ao método de fabricação das camadas que compõem  o produto) é uma embalagem   de não-tecido (nome em conformidade com a ABNT- Associação Brasileira de Normas Técnicas) para esterilização constituída por 100%  de polipropileno. Note que  nem todo polipropileno é uma embalagem para esterilização, pois outros processos industriais irão garantir as propriedades necessárias.

O TNT  comum vendido em rolos para confeccionar aventais não é adequado como embalagem para esterilização. Vale o lembrete que os não-tecidos para confecção de campos e aventais cirúrgicos devem ser cuidadosamente escolhidos para que possam fornecer a barreira adequada.

Os “improvisos” podem oferecer riscos aos pacientes, como por exemplo a liberação de substânicas tóxicas ou a  falta de barreira microbiana  que pode levar à contaminação durante o armazenamento.

Veja um resumo de opções de embalagens mais comuns para a esterilização  a vapor (comparando com o papel grau-cirúrgico):

Caixas perfuradas próprias para autoclave em inox ou plástico resistente a autoclavação podem ser utilizadas em conjunto com as embalagens para organizar e proteger os instrumentais. Dependendo da dimensão é possível encaixar broqueiros e porta-limas, quando autoclaváveis. O profissional deve avaliar se é conveniente adicionar mais embalagens, pois aumenta o custo, o volume de armazenamento e o número de ciclos na autoclave.

A  cada dia a indústria e comércio oferecem novos produtos portanto se algum novo material estiver disponível, verifique  a relação custo/benefício e se é confeccionado para esta finalidade com o devido registro na ANVISA.

Dicas importantes na hora de comprar embalagem para esterilização em autoclaves:

  • Faça a sua compra em dentais e casas cirúrgicas.
  • Use somente embalagens  descartáveis para esterilização em autoclaves com registro na ANVISA.
  • Exceto o tecido de algodão TODAS  as embalagens são de uso único e o seu reuso é uma infração sanitária.
  • Compre somente em embalagens fechadas, o que garante a validade do produto, procedência e rastreamento (fuja dos produtos vendidos soltos – “a granel”)

Este é um POST TOP 10 (um dos 10 posts mais acessados do Blog)e por esse motivo esta sendo republicado

Sugestão de vídeos para você sobre esse assunto:

Como embalagem artigos para esterilização

Como identificar envelopes para esterilizar

Como montar kits para esterilização

Liliana Junqueira de P. Donatelli
Bióloga CRB 18469/01-D
Mestre em Saúde Coletiva- Faculdade de Medicina de Botucatu UNESP
Consultora de Biossegurança Cristófoli
E-mail- liliana@cristofoli.com
lilianadonatelli@gmail.com

Autor

Bióloga, Mestre em Saúde Coletiva, Coordenadora do Projeto Biossegurança em Odontologia, e mais recentemente do Projeto Biossegurança Beauty& Body Art, ambos patrocinados pela Cristófoli. Já ministrou mais de 500 palestras sobre o tema Biossegurança em Saúde e participa ativamente de entidades dedicadas ao Controle de Infecção em Saúde e Interesse à Saúde. É consultora em Biossegurança em Saúde da Cristófoli.

60 Comentários

  1. Ola Liliana, tudo bem?
    Por gentileza, me tire uma duvida. Pode-se utilizar tecido duplo de algodão para envolver as caixas de instrumental para esterilizar?
    E sobre aventais de tecido de algodão, ainda podem ser utilizados? Tendo como lavar e secar no próprio consultório, seria possivel a sua utilização?

  2. Olá com essa Pandemia do Covid19 com dificuldade para EPIs… gostaria de saber se pode esterelizar para reutilizar as máscaras cirurgias de material polipropileno? Já ouvi passar álcool ( por uma cirurgião vascular)…aí pesquisei esse material mas por conta do elástico, e não sei se fica protegida. Gratidão

    • Rosana
      Sei como a situação está difícil. Mas não é possível esterilizar máscaras cirúrgicas em autoclave. Com o uso do escudo facial, tem sido orientado, se não tiver disponível para troca, estender o seu uso por mais tempo que o usual.

      Também não pode usar o álcool para essa finalidade.
      As N95 (respiradores), embora também sejam descartáveis, nessa situação estão sendo reutilizados (muito cuidado ao remover – um grande risco de contaminar na recolocação), ou usadas para mais de um paciente sem remover que é a melhor escolha.
      Espero ter ajudado você.
      Liliana

  3. Gostaria de saber a critérios de embalagens para materiais de Saúde.
    Materiais => Agulha descartável hipodérmica e sondas (Nasogástrica, Uretral, aspiração e Foley)
    As embalagens estão definidas em PAPEL EM GRAU CIRÚRGICO.

    Existe uma regulamentação nacional ou universal que exige este tipo de embalagem.

    • Juarez
      Bom dia
      Não entendi muito bem sua dúvida. Essa é a embalagem tradicional na qual é vendida. Uma vez que esse produto é de uso único, o papel grau cirúrgico é o tradicional porque permite o comprador ver o conteúdo. De um modo geral material descartável é vendido em papel grau cirúrgico.
      Não conheço legislação que especifique exatamente o papel grau cirúrgico como sendo a única opção para embalagem desses produtos.O importante é que a embalagem seja uma barreira microbiana, que permita a entrada do agente esterilizante e que mantenha a esterilidade – evidentemente com registro na ANVISA.
      Qual o propósito da pergunta? Quem sabe posso ajudar mais você.
      Liliana

  4. A minha duvida ja foi discutida aqui, em partes. A respeito da envolver a parte externa do estojo com um tecido e, por dentro, outro tecido protegendo os instrumentais (o que inclusive faria menos barulho durante o transporte no caso de estudantes que usam mochilas. A minha pergunta então é: a colocação de um pedaço de fita zebrada indicadora para autoclave pode ser usada como indicador?

    • Olá Yuri

      Esse não é um procedimento usual. O tecido por si só já está em desuso. Evita-se colocar campos internamente porque dificulta a passagem de vapor. Para isso seria necessário validar o processo. De toda maneira, os materiais não devem ser transportados em mochilas.
      Não entendi a parte da fita zebrada.
      Liliana

  5. Mônica de Andrade Reponder

    Olá Liliana!
    Você pode me dizer se a utilização de tecido de algodão ou sms dentro na caixa perfurada, com o objetivo de evitar acidentes perfurocortantes e ajudar na secagem , está correto?
    Resumindo: coloca -se um tecido dentro da caixa perfurada, os instrumentais sobre este tecido e depois a embalagem externa?
    Isto não prejudica a penetração do vapor?
    Obrigada!

    • Mônica
      A melhor estratégia para evitar acidentes e secar o material é utilizar estojos que possuem nichos para encaixar os instrumentos, e depois embalar com embalagens próprias para autoclave como por exemplo o papel grau curúrgico ou crepado. Para a secagem tem outras coisas que podem influenciar, como a menira de acomodar na autoclave, numero de pacotes, procedimento de esterilização.
      Usar tecido dentro da caixa ou SMS pode sim prejudicar a penetração de vapor pela sobreposição de camadas. Mas é necessário validar se for o caso.
      Atenciosamente,
      Liliana

  6. Antepastos, berinjela, tomates secos e compotas ( batata ou abobrinha ) são conselháveis o uso do forno de autoclave ?

    • Hassanh
      O uso pretendido para a autoclave é a esterilização de artigos para a saúde. Não é indicado para a produção de compotas. Embora seja possível no ciclo de líquidos (na Vitale Class CD com os vidros entre-abertos). De toda forma existem equipamentos específicos para essa finalidade e que são mais adequados para você.
      Liliana

    • Ola Amaury
      O TNT comum, aquele de fazer avental não pode. TNT quer dizer Tecido não tecido. Isso significa que tem muitos materiais que se encaixam nesse termo, inclusive alguns que são permitidos. O truque-checar o numero de registro na ANVISA na embalagem do produto, e tem que estar escrito, embalagem para esterilização. Não tem, não pode.
      Atenciosamente,
      Liliana

  7. Oo, boa tarde, eu tenho uma dúvida é não consegui achar nd referente. Eu confeccionei uns estojos de algodão para deixar mais organizado os instrumentais, e o tecido de toalha, mas é fino. Eu gostaria de saber se posso utilizar ele para esterilizar,sendo q por fora eu embrulha utilizando o algodão cru duplo,…

    • Olá Claudia
      Você não encontrou porque não é um procedimento convencional. Hoje, o uso de algodão duplo também vem sendo questionado pela dificuldade de padronização. Acredito que os estojos que você confeccionou caiam na mesma situação. Embora sejam de tecido fica mais difícil de padronizar. Uma das maneiras que você tem de testar é colcoar dentro do estojo, no lugar que vai instrumental indicadores classe 5 (SteamPlus) para ver se esta chegando vapor. Outra coisa importante é abrir o pacote e verificar umidade. São dois problemas comuns que você pode ter quando tem muito tecido- não chegar vapor o que impede e esterilização ou sobrar umidade , que compromete a manutenção da esterilização.
      Atenciosamente,
      Liliana

    • Olá Nielsen
      Li o artigo , acho interessante, e é sempre bom procurar alternativas, entretanto faltou contemplar outros aspectos, o químico por exemplo.

      O que acontece com os elementos químicos quando expostos à temperatura? Essas analises não foram realizadas.

      O fato de ter registro na ANVISA já é um compromisso com a normativa que foi criada para a sua produção.

      Além disso,como é legislação – não temos como usar alternativas isso. Só mudando a lei.

      Uma boa idéia é procurar preços mais melhores, com a competição e a demanda a tendência é sempre baixar.

      Obrigada pela sua contribuição. É fundamental questionar.

      Abraços
      Liliana

  8. Em equipamentos de manicure, sempre se faz necessário utilizar embalagem para esterilizar na autoclave ou é possível fazer o processo diretamente no recipiente de aço?

    • Olá Juliano
      Sim. Além de manter a esterilidade dos instrumentos você comprova que esta agindo corretamente,não só para o seu cliente mas também em uma inspeção sanitária da vigilância.
      Liliana

    • Aline
      O correto é que seja uma embalagem que foi produzida para essa finalidade e que tenha registro na ANVISA para isso. Os ditos TNT também, porém cuidado, nem tudo que é TNT se encaixa nessa descrição.
      Abraços
      Liliana

  9. Comprei uma caixa perfurada no tamanho comprimento 20 cm, largura 10 cm e altura 5 cm,utilizei uma embalagem de papel grau de largura 20 cm por 36 cm de comprimento, porém nos ciclos utilizados elas se abriram…. Mudei de marca e tamanho e agora utilizei 25 cm largura por 40 cm de comprimento e continuam abrindo. Portanto, não é a embalagem…

    Observando as fotos do blog percebi que as caixas estão embaladas em papel crepado, esta embalagem é a mais indicada? Quando sei estabelecer qual o tamanho correto para usar o papel grau, visto que a regra dos 3cm de cada lado da selagem para a caixa acima não funcionou.

    Obrigada!

    • Olá Michel
      Tem muitas variáveis. Uma que você não descreve é retirar o excesso de ar da embalagem. quando entra no ciclo de esterilização a embalagem enche de vapor, se tiver muito ar pode abrir.
      Para caixas perfuradas grandes o crepado funciona melhor porque não fica as laterais do papel grau cirúrgico ocupando muito espaço dentro da câmera. Outro fator é que a embalagem de papel crepado por ser dupla é mais resistente quando as caixas são pesadas.
      Se quiser experimentar o grau cirúrgico novamente, observe essa questão do ar e depois me conte o seu resultado.
      Abraços
      Liliana

  10. Guilherme Abner Reponder

    Olá boa tarde!
    Gostaria de esclarecer uma dúvida. A recomendação da utilização de embalagem dupla para esterilização é apenas para garantir apresentação asseptica do material ou está relacionado com a validade da esterilização?

  11. ola boa noite gostaria de saber qual o equipamento certo para esterelizar pinça na autoclave

    • Nara
      Bom dia. Será que você esta se referindo ao tipo de embalagem? Como nós descrevemos no post, há várias possibilidades para embalagem. Não existe somente uma alternativa correta. Precisa ser compatível com o tamanho da sua pinça. Se for embalar individualmente o papel grau cirúrgico é o mais prático.
      Se tiver mais alguma dúvida entre em contato.
      Liliana

  12. Olá Dra. Liliana Donatelli,

    Gostaria de saber quais os envólucros são reutilizáveis?

    Desde já grato.

    • Olá Tiago

      Você pode reutilizar as caixas perfuradas, contâiners, porém sempre deve haver uma cobertura com barreira (papel grau cirúrgico, crepado, SMS) – na sua maioria, descartável.
      Os tecidos podem ser reutilizados quando usados como barreira (embalagem) porem é necessário obedecer critérios de aceitação ( difícil porque você não consegue as especificações nas lojas de tecido, nem tem para vender nas cirúrgicas). Também devem ser lavados a cada vez e ter o reprocessamento controlado. Além disso, a lavanderia deve que ser padronizada de acordo com a ANVISA, o que inviabiliza o seu uso na maioria das vezes. Para completar, o tecido não pode ser passado a ferro o que deixa o pacote com uma aparência horrível…
      Seria interessante fazer um trabalho científico avaliando todos esses inces e analisando sob o ponto de vista de custo, mas também de pegada ecológica. O tecido para ser menos agressivo, manem sempre isso é verdade. EM especial quando pensamos em todo a energia, água e sabão para lavar a cada vez.
      Não sei se você estava pensando nisso quando perguntou, mas espero ter ajudado você com as minha considerações!

  13. Wilton Serrano Reponder

    Na Universidade Federal de Alfenas, minha casa há anos atrás, atualmente usa-se o polipropileno para embalar os materiais a serem autoclavados. Pena que os alunos não dão importância para ao menos colocar embalagem dupla, para garantir abertura asséptica e quanto ao selamento, processo complicado devido às seladoras usadas algumas vezes derreterem demasiado a embalagem. Ou não são devidamente orientados quanto aos procedimentos. As respostas sobre o polipropileno foram de grande valia.

  14. cristiane martins Reponder

    gostaria de saber após esterilização com embalagem de sms , qual a validade do material esterilizado.

  15. qual as lojas que vendem tnt esterio para comfeccao de roupas hospitalares e como saber se e registrado na anvisa antecipadamente agradeso

    • Olá Diva.
      Você encontrará em casas cirúrgicas, ou mais facilmente em dentais. Para o registro você deve procurar na embalagem que deve trazer a informação. Na dúvida , entre em contato com o fabricante. Ele deverá passar todas as informações para você.

  16. existe alguma embalagem de polipropileno que seja propria para esterilizaçao de materiais odontologicos em autoclave???falo uma que não seja o grau cirurgico ok???

    • Olá André. Existe de Nylon.
      Mas certifique-se do registro na ANVOSA e presença do indicador químico de processo. EU teste alguma e a secagem não é muito legal. Outro problema é que você não consegue uma abertura asséptica, não sendo indicada para cirurgias.A vantagem é resistência.Infelizmente príncipe encantado só existe nos contos de fadas… Sempre tem alguma desvantagem. A gente precisa é escolher o que é melhor para cada caso. Espero ter ajudado você.
      Abraços

  17. Boa tarde. Gostaria de saber se é possível utilizar apenas uma folha do papel crepado ou do tnt. Os sites indicam 02 folhas,
    mas caso exista um sistema de armazenamento eficiente, é possível utilizar apenas uma? Se possível, favor enviar a
    resposta também por email. Abraço. Obrigada.

    • Boa Tarde Neli.
      A recomendação de se usar duas folhas é para que a abertura seja asséptica. TNT convencional não pode ser utilizado como embalagem para esterilização, só se tiver registro na ANVISA para esta finalidade (SMS).
      Para verificar se as suas condições de armazenamento são adequadas com uma só folha, você poderá validar no seu serviço. Precisa ver se vale a pena o custo/benefício do procedimento. Espero ter ajudado você.
      Abraços
      Liliana

  18. ola, gostaria se posso usar como campo cirurgico tnt gramatura 20 esterelizado em grau cirurgico.
    obrigada,

  19. Olá, gostaria de saber sua posição a respeito da utilização de embalagens de polipropileno para esterelização. Segue o link de um artigo científico comprovando sua eficácia, Rev. Clín. Ortodon. Dental Press, Maringá, v. 5, n. 5 – out./nov. 2006.
    Obrigado.

    • Olá Juliana.
      Eu conheço o artigo, e acho importante procurar alternativas. Porém não concordo com a recomendação dos autores. Veja bem, os autores recomendam o uso, mas o artigo- na minha opinião- não comprova a sua eficácia.
      Quando se avalia uma embalagem é importante considerar os aspectos microbiológicos, mas há outros fatores como os riscos químicos, por exemplo. As embalagens para esterilização são normalizadas pela ABNT, e devem ser notificadas à ANVISA.
      Outra desvantagens :
      – Não há padronização do produto ( plástico parece tudo igual, mas as diferenças são muito grandes, esses produtos são vendidos a granel em casa de embalagens e não tem nenhuma empresa dedicada a produzir produtos da saúde que responda por elas)
      – Uma embalagem totalmente plástica não oferece abertura asséptica. Você tem que usar uma tesoura para abrir o pacote.
      – Não possui indicador químico integrado (o que pode convidar a reutilização que é proibida por lei)
      Imagino que se todas as exigências forem seguidas , o preço deverá subir também.
      Preço é importante e temos que lutar para encontrar preços justos, é válido levantar a questão e procurar opções, é o nosso trabalho investigar, mas os produtos devem seguir as especificações, e não podem comprometer a qualidade do atendimento.

      • Fátima Ribeiro Reponder

        Perfeita sua resposta, Liliana. Fico desanimada às vezes por ver meus colegas sempre tentando achar saída para não usar os produtos adequados, registrados, com comprovação científica de eficácia.Concordo que o gasto é alto mas há outras formas de economizar. Por que não montar grupos de dentistas para fazer compras em maiores quantidades? Como qualquer outro tipo de mercadoria o preço cai. Uma característica da profissão é a tendência ao isolamento nos consultórios, cada um no seu quadrado. Muitas vezes as dentais baixam o preço no balcão, basta organizar as compras, fazer um planejamento quantitativo. Agora, comprar um rolinho no dia que acaba outro, custa caro mesmo…

        • Uma opção interessante seria ter nos cursos de graduação gestão de custos.
          O dentista centraliza uma série de atividades e fica difícil gerenciar tudo. O isolamento é também muito fruto da maneira que culturalmente a profissão é exercida.
          Saber comprar não é arte, mas aprendizado!

        • Anna Zavalloni Reponder

          Fatima concordo plenamente com vc, sabemos que estes plasticos realmente permitem a esterilização pois com fitas de testes associado ampolas com bactérias e encubadoras testei varias vezes, porem para cirurgias ainda uso esteiras , que saem da autoclave para utilização.Para para moldeiras instrumental clinico não invasivo, te.nho a maior confiança, porem, nos falta trabalhos cientificos, nossos, não americanos. Principalmente nos falta conhecimento e controle dos processos de fabricação e armazenamento, as entidades de classe não demonstram enteresse, parece que exercem odontologia na Escandinavia. Não devemos ter medo de procurar soluções , mais baratas e efetivas, pois tudo se refletirá em melhorias para os nossos clientes. Descartaveis para dentistas americanos tem preço irrisórios, para nos não. Se importados então, nem se fala

          • Anna
            Entendo as suas considerações, mas fazer o teste para verificar se esterilizou não é suficiente para assegurar a qualidade da embalagem. A embalagem deve proporcionar segurança química quando exposta ao processo por vapor e também manter a qualidade de barreira microbiana após a esterilização. Por esse motivo cada vez mais os produtos tem suas exigências ampliadas. Existem grupos da ANBT ( di qual faço parte de quatro), que traduzem ( não só a língua), as normas internacionais para o Brasil.
            É um dever nosso melhorar a qualidade de nossos produtos e serviços.
            Para diminuir custos, uma das opções é também ampliar o mercado.
            Atenciosamente,
            Liliana

  20. Alexandre Nascimento Reponder

    Por gentileza, se possível poderia enviar a resposta ou me indicar algum artigo, e enviar para meu email.

    Att.

    Alexandre Nascimento.

    • Sugiro a leitura do Manual da ANVISA, la terá bastante bibliografia. Se eu encontrar mais alguma coisa mais específica enviarei para você.

  21. Alexandre Nascimento Reponder

    Gostaria de saber quais são os produtos químicos que estão sendo utilizados, liberados pela ANVISA, para desinfeção e esterlização. Tem algum protocolo atualiozado para caso pré cirúrgico, IMplantes, Sisos,,,,,etc.

    Muito obrigado, por essa disponibilidade.

    • Prezado Alexandre
      A esterilização química esta proibida pela ANVISA. Para desinfecção, vai depender dos artigos e da finalidade que você vai utilizar.
      Sim existem protocolos diferentes para antissepsia de mãos, antissepsia para cirurgia e depende do sítios cirurgico. Desinfecção de artigos ou desinfecção de superfícies. Não conheço uma publicação da ANVISA específica para implantes. Consulte o Manual de Prevenção de Riscos para Consultórios Odontológicos da ANVISA, ele trata de vários assuntos relacionados. Somente a proibição de esterilização quimica é mais recente.

      • Fátima Ribeiro Reponder

        Não há ainda legislação específica para artigos usados em implantes dentários. O Manual da Anvisa é de 2006, mas para esterilização a vapor não houve mudanças. Basta usar, com cada etapa criteriosamente bem executada, a esterilização do instrumental como para qualquer outro procedimento cirúrgico. Os artigos para implante propriamente ditos (os que vão ser inseridos no osso) já vem estéreis de fábrica (não lembro mas acho que é por gama-cobalto). Assim, não há grandes diferenças e nos cursos da especialidade Implantodontia com certeza essas dúvidas são esclarecidas.

        • Fátima concordo com você. O processamento de todo artigo e esterilização é igual, porém a monitorização deve ser mais rigorosa das caixas e jogos que ir!ao ser utilizados em procedimentos mais invasivos, como por exemplo nas caixas de cirurgia de implantes, mesmo que o implante em si venha esterilizado de fábrica.
          Quanto aso cursos de implante há muitos excelentes, mas já ouvi recomendações que devem ser revistas. Por melhor que seja o curso cabe ao aluno questionar e estudar, sempre.

  22. Olá…
    Gostaria que me informasse qual a legislação que especifica que os invólucros para esterilização precisam ter registro e finalidade… Aqui em minha cidade, muitos dentistas estão utilizando plásticos comprados em casas de embalagem (sem registro, rotulagem e finalidade) para esterilizar em autoclaves e afirmam ser permitido… Gostaria de possuir a legislação em mãos para poder argumentar…
    Desde já agradeço

    • Aline
      Esta na RDC 185?01 da ANVISA, e considerado de risco I mas não é tão fácil de ver porque é por exclusão. Você pode se basear na RE 2605 , que especifica os artigos médico proibidos de reprocessar ( são produtos que precisam de registro na agência), se esta na lista é porque precisa de registro. Um caminho um tanto tortuoso…MAs está lá. Espero que eu tenha ajudado você.

  23. Gláucia Almeida Estevão Reponder

    Gostaria de sber se aquele saquinho de papel para pipoca é adequado para esterelização em autoclaves. Pois o gau cirurgico é muito caro. Gostaria de opções de custo beneficio. Espero a resposta anciosa. Gostei muito de sua palestra em abril do ano passado quando pasou em Brasília. Forte abraço.

    • Gláucia
      O saquinho de pipoca, entra naqueles casos que são adequados para alimentos, mas não para esterilização. Não conseguimos saber se na temperatura do vapor que ele será submetido o que vai acontecer com a cola por exemplo, que deve resistir à temperatura da pipoca, que é bem mais baixa. Não sabemos das propriedades de barreira da embalagem da pipoca, se vão garantir a manutenção da esterilidade dos artigos dentro do saquinho. O saquinho de pipoca também não tem registro na ANVISA para esta finalidade, você corre o risco de levar uma multa…Mas com certeza a insegurança com relação à qualidade do seu artigo é o que mais conta. Eu sei que os custos complicam a vida da gente, mas a esterilização e todos os seus insumos devem fazer parte dos custos que você se baseia para estabelecer o preço de cada atendimento . E você deve também mostrar para o seu cliente todos os cuidados que você toma com a sua saúde, valorizando o seu atendimento. Dentre as embalagens (que tem registro na ANVISA para esta finalidade) que eu pesquisei, ainda o papel grau cirúrgico apresenta a melhor relação custo/benefício. Em especial se você usar os rolos.É uma questão de programar e incorporar. Antigamente a luta era com as luvas. Hoje ninguém pensa em reutilizar luvas de procedimento ( eu espero…), e todo mundo usa uma para cada cliente, e sempre usa. É natural – o próprio cliente não admite mais sem atendido sem luvas. A boa notícia é que o indispensável vai ficando mais barato, tem maior oferta de fornecedores.
      Fico contente que você tenha gostado da palestra. Estamos programando uma nova ida à Brasília. Fique atenta na nossa programação pelo BLOG.Espero ter ajudado você.

      • Gláucia Almeida Estevão Reponder

        Muuuuuuuuuito obrigad Dra Liliana espero anciosa por sua vinda a Brasília e espero sua visita em nossa clínica para poder melhor atendermos os nossos pacientes. A senhora disse na palestra q eu sou uma mosca branca. bjim

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